Grávida!

Neste momento batem dois corações dentro de mim, e essa é a sensação mais maravilhosa que já pude sentir. Uma explosão de emoções e sentimentos que vão desde a euforia, o encantamento, ao receio, o medo, porém estes últimos por si só vão embora, pois a alegria fala mais alto, (...)

Grávida! Grávida!

Meu mundo é...

AZUL, VERde, marrom... cheio de pipas, ursos e carrinhos!!!É isso aí, quem anda fazendo cócegas na minha barriga é um menino gostosinho que não hesitou em ir logo abrindo as pernocas e desvendar de vez esse mistério!(...)

Meu mundo é... Meu mundo é...

O quarto do Caleb!

Finalmente o quartinho do Calê ficou pronto! Desde janeiro que eu e meu marido estávamos trabalhando nele, o marido cuidou da reforma e eu da decoração, juntos, escolhemos e fizemos tudo com muito amor e carinho para receber nosso filho(...)

O quarto do Caleb! O quarto do Caleb

Caleb Nasceu!

No dia 10 de maio às 14:42h meu milagre veio ao mundo! De parto cesário, pesando 3,100kg e 48cm de pura gostosura e saúde!O Caleb é um doce de menino, dorme feito anjo a maior parte do tempo, só chora para mamar e mais nada! Uma benção de bebê! Estou MUITO feliz e amando minha vida de mamãe!(...)

Caleb Nasceu Caleb Nasceu

O relato do parto

Então, vamos ao dia mais importante da minha vida ! Bem, começo falando sobre a semana anterior, a semana 38, onde tive consulta e uma conversa franca sobre parto com o médico(...)

O relato do parto O relato do parto
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cama DEScompartilhada

Posted by Caroline Ferreira | 3 comentários
Depois de meses passando o dia juntinhos e as noites ainda mais juntinhos rs, sinto que chegou a hora de descompartilhar a cama!
Ainda não DESmamei, não DESchupetei (oi?), não DESfraldei e também não entrei em DESespero! Ou seja, é a primeira vez que retiro algo antes oferecido a ele, nosso primeiro 'trauma' (okay, meu primeiro trauma).
O mês 4 chegou e eis que meu babylícia cresceu aprendeu a rolar e se tornou um tantinho espaçoso além de ter tomado um gosto danado por dormir de bruço; Por mais que eu o coloque para dormir de barriga para cima, o pequeno rola e dorme com o bumbum apontado pro céu! Depois ele DESrola, volta a posição inicial, depois rola denovo e por aí a noite vai...
É, estava difícil dormir.
Resolvi então colocá-lo para dormir no bercinho que atualmente está acoplado à nossa cama. Eu passaria a ter o enorme e dificultoso trabalho de me levantar à noite para amamentá-lo, mas ao menos nos períodos em que ele dorme nós também dormiríamos.
Pareceu vantajoso.
Passei o dia ansiosa esperando pela noite para ver o que aconteceria. Na hora de dormir foi papai roncando de um lado, no outro tinha bebê dormindo lindamente no bercinho com o bumbum apontado para o céu e a mamãe aqui em claro sentindo falta do cheirinho gostoso de Calê, verificando de 5 em 5 minutos se não havia neném sufocando no kit berço, estranhando aquele espaço extra na cama e se auto-questionando o porquê de ele não estar achando o colchão novo esquisito e tão pouco sentindo minha falta...
Mãe é bixo bobo mesmo! rsrs Não era para eu estar comemorando a noite tranquila??? Ele acordou apenas 1 vez para mamar por volta das 3am como costumava fazer (ultimamente ele estava acordando bem mais e eu acreditava que era pico, que nada!).
Ah, mas dia seguinte Caleb amanheceu com vermelhidões no rostinho por picadas de pernilongos do mal, pernilongos esses super poderosos que possuem a capacidade de atravessar o mosquiteiro do berço, além de serem ultra-resistentes e não se incomodarem com o inseticida na tomada e cuja única barreira que pode detê-los é o mosquiteiro da minha cama cuidadosamente preso em baixo do colchão (must have no quesito decoração).
- É amor, coitadinho, todo picado, vamos voltar a dormir com ele na nossa cama né? (HÁ!)
- Não precisa honey, olha aqui, temos é que trocar o refil do inseticida! (Corta barato de mãe!)
Okay, a cama foi descompartilhada, foi bom, dizem que com essa idade os bebês são malandrinhos e já conseguem assimilar ambientes né? Dizem também que se passar muito tempo ele pode ficar mal acostumado... É... estou até me acostumando com espacinho extra, daqui alguns meses eu consigo aproveitá-lo.., quando o Caleb crescer talvez ele consiga me explicar porquê ele não sentiu a minha falta... Derrepente com alguns anos de terapia eu supere o trauma... kkkkkkkkkkkk Tá parey!
Beijos

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fases de crescimento e desenvolvimento que modificam o sono do bebê e da criança.

Posted by Caroline Ferreira | 2 comentários
Encontrei este artigo no Guia do Bebê, é enorme mas gostaria de compartilhar aqui no blog:
O desenvolvimento e o crescimento do bebê no primeiro ano e além podem provocar alterações no seu sono. Veja como saltos de desenvolvimento, picos de crescimento e angústia de separação podem interferir no sono. Desenvolvimento do Bebê
O primeiro ano da criança é uma fase de mudanças extraordinárias para toda a família. Esse período é excitante e desafiador, quando bebês aprendem a comunicar suas necessidades e pais aprendem como atendê-las.
Você pode pensar que o desenvolvimento do seu bebê (como aprender a rolar, engatinhar e andar) e seu crescimento não tem nada a ver com o sono, mas a verdade é que caminham juntos! Abaixo uma descrição dos fenômenos chamados saltos de desenvolvimento, picos de crescimento e angústia de separação.
Saltos de desenvolvimento
Saltos de desenvolvimento são aquisições de habilidades funcionais específicas que ocorrem em determinados períodos. O ritmo de desenvolvimento não é constante: há alguns períodos de desenvolvimento acelerado e outros onde há uma desaceleração.
Toda vez que seu bebê desenvolve uma nova habilidade, ele fica tão excitado e obcecado com a conquista que a quer praticar o tempo todo, inclusive durante o sono. Em outras palavras, um dos ‘efeitos colaterais’ desse trabalho todo que o cérebro dos bebês está fazendo é que eles não dormem tão bem quanto o fazem em períodos que não estão trabalhando em dominar uma nova habilidade. Eles podem até resistir às rotinas já estabelecidas.
No período que imediatamente antecede o chamado salto de desenvolvimento, o bebê repentinamente pode se sentir perdido no mundo, pois seus sistemas perceptivo e cognitivo mudaram, houve uma maturidade neurológica, mas não tempo hábil para adaptação às mudanças. Então o mundo lhe parece estranho, e o resultado da ansiedade gerada é geralmente desejar voltar para sua base, ao que já lhe é conhecido, ou seja, a mamãe! Em vista disso, é comum ficarem mais carentes, precisando de mais colo, e com frequência há também alterações em seu apetite e sono.
Então, nessas fases, é preciso apenas ter um pouco de paciência e empatia com o bebê - depois do processo de aquisição da nova habilidade (como rir, engatinhar, sentar, interagir, andar) o bebê dá um salto no desenvolvimento e demonstra felicidade com o final da ‘crise’. Ou seja, por um lado, o bebê fica feliz com a nova habilidade e independência que vem junto, e já é capaz de se afastar um pouco da mamãe. Por outro lado, sente angústias e receios com essa nova situação. Isso lhe traz sentimentos dúbios: é como uma ‘dança louca’ entre separação e apego, onde o bebê irá flutuar entre os dois por um período.
A duração de cada salto é variável, mas geralmente depois de algumas semanas a fase difícil passa e tudo volta à normalidade. Bebês e crianças precisam de cuidados amorosos, empatia e novas experiências, e não de brinquedos caros. Fale com seu bebê, cante, brinque com ele, leia para ele. São atividades chave para o desenvolvimento do cérebro. Os saltos no desenvolvimento não cessam na infância, mas continuam até a adolescência. (1-2).
Essas aquisições ocorrem em vários aspectos: desenvolvimento motor (aprender a usar grupos de músculos para sentar, andar, correr, ter equilíbrio corporal, mudar de posições e outros), desenvolvimento do controle motor fino (usar as mãos para comer, desenhar, se vestir, tocar um instrumento, escrever, e tantas outras coisas), linguagem (desenvolvimento da fala, uso de linguagem corporal e gestos, comunicação e entendimento do que outros dizem), desenvolvimento cognitivo [nos dois primeiros anos de acordo com Piaget ocorre o desenvolvimento sensório-motor, que inclui habilidades de pensamento como aprendizado, entendimentos, resolução de problemas, raciocínio e memória (3)] e desenvolvimento social (interagir e se relacionar com familiares, amigos e professores, mostrar cooperação e empatia).
Certa variação entre crianças é esperada, mas uma cronologia observada experimentalmente dos períodos de saltos de desenvolvimento é a seguinte:
- 5 semanas (1 mês): a visão do bebê melhora, ele consegue ver padrões em branco e preto, passa a se interessar mais pelo ambiente que o rodeia e consegue seguir objetos brevemente com os olhos. Passa ficar acordado por períodos um pouco maiores (cerca de 1 hora ou pouco mais entre as sonecas). É também nessa época que bebê começa a chorar com lágrimas e sorrir pela primeira vez ou com mais frequência do que antes.
- 8 semanas (quase 2 meses): diferenças nos sons, cheiros e sabores ficam mais perceptíveis. Ele percebe que as mãos e os pés pertencem ao corpo e começa a tentar controlar estes membros. O bebê começa também a experimentar com sua voz. É também nessa fase que o bebê começa a mostrar um pouco de sua personalidade: é agora que os pais começam a reparar quais coisas, cores e sons o bebê gosta mais. Depois desse salto o bebê vai poder virar a cabeça na direção de algo interessante e emitir sons conscientemente. Todas essas novas experiências trazem insegurança ao bebê que provavelmente procura mais o conforto do peito da mãe. Isso pode deixar a mãe preocupada se produz leite materno suficiente, o que não procede, já que a produção se ajusta à demanda (ver abaixo também sobre picos de crescimento).
- 12 semanas (quase 3 meses): o bebê descobre mais nuances da vida: nessa idade o bebê já pode enxergar todo um cômodo da casa, vira-se quando ouve sons altos, e consegue juntar suas mãos. Vai observar e mexer no rosto e cabelo dos pais e vai perceber que pode gritar. Depois do salto o bebê praticamente não vai mais precisar de apoio para manter a cabeça erguida. Como nos outros saltos, os pais são o porto seguro do mundo do bebê e ele se apoia nisso. Ele pode começar a reagir de maneira diferente fora de casa ou no colo de um estranho. Ao mesmo tempo que o bebê tem uma grande curiosidade em reparar no mundo que o rodeia, ele também é muito sensível às novidades e por isso se sente mais confortável e seguro nos braços dos pais.
- 19 semanas (4 meses e meio): por volta da 14ª. até a 17ª. semanas o bebê pode parecer mais ‘impaciente’. Esse é um dos saltos mais longos: dura cerca de 4 semanas, podendo porém se estender por até 6 semanas. O bebê chora mais, apresenta mudanças extremas de temperamento e quer mais atenção e colo. Consegue alcançar e pegar um brinquedo, sacudi-lo e colocá-lo na boca, passá-lo de uma mão para outra. Pode ganhar o primeiro dente. Os sons que o bebê emite se tornam mais nítidos e complexos, consegue fazer alguns sons como ‘baba’, ‘dada’. Tudo cheira, soa e tem gosto diferente agora. Dorme menos. Estranha as pessoas e busca maior contato corporal quando está sendo amamentado. Depois desse salto o bebê vai poder virar de costas e de barriga para baixo, e vice-versa, se arrastar pra frente ou pra trás, olhar atentamente para imagens num livro; reagir ao ver seu reflexo no espelho e reconhecer seu próprio nome.
Esse é um dos saltos de desenvolvimento mais significativos e em que um maior número de mães costuma relatar alterações no sono. Provavelmente porque o padrão de sono parecia entrar num ritmo desde que o bebê nasceu, e essa alteração é vista como uma ‘regressão’, na qual o bebê tende a acordar bastante por algumas semanas enquanto está trabalhando no salto. E uma vez que esse salto está completo há somente 1 ou 2 semanas antes de começar a trabalhar no próximo (das 26 semanas), é um longo período de sono ruim e bebê irritado nesse estágio da vida.
- 26 semanas (6 meses): Já na 23ª semana o bebê parece se tornar mais ‘difícil’. Ele busca maior contato corporal durante as brincadeiras. O bebê já consegue coordenar os movimentos dos braços e pernas com o resto do corpo. Senta sem apoio e põe objetos na boca. Nessa idade ele começa a entender que as coisas podem ficar dentro, fora, em cima, embaixo, atrás, na frente, e usa isso em suas brincadeiras. Ele passa a entender que quando a mamãe anda, ela vai se afastar e isso o assusta, então reclama quando a mãe sai de perto. Depois desse salto o bebê vai ficar interessado em explorar a casa, armários, gavetas, achar etiquetas, levantar tapetes para olhar o que tem embaixo. Ele se vira para prestar atenção nas vozes, consegue imitar alguns sons, rola bem em ambas direções e começa a se apoiar em algo para ficar de pé. Adquire maturidade para receber alimentos sólidos. Essa fase pode durar cerca de 4-5 semanas.
- 30 semanas (7 meses): o bebê tenta se jogar adiante para alcançar objetos, bate um objeto em outro. Pode começar a engatinhar, a falar algumas sílabas e entende melhor o conceito de permanência das coisas. Pode fazer sinal de tchau. Sente ansiedade com estranhos.
- 37 semanas (8 meses e meio): o bebê fica ‘temperamental’, tem mudanças frequentes em seu humor, de alegre para agressivo e vice-versa, ou de exageradamente amoroso para ataques de raiva em questão de momentos. Chora com mais frequência. Quer ter mais atividades e protesta se não as tem! Não quer que troquem sua fralda, chupa seus dedos. Protesta quando o contato corporal é interrompido. Dorme menos, tem menos apetite, movimenta-se menos e “fala” menos. Às vezes senta-se quieto e sonha acordado. O bebê agora começa a explorar as coisas de uma forma mais metódica. Passa a entender que as coisas podem ser classificadas, por exemplo, sabe o que é comida e o que é animal, seja ao vivo ou em um livro. Fala "mamá" e"papá" sem distinção de quem é a mãe ou o pai. Engatinha, aponta objetos, procura objetos escondidos, usa o polegar e dedo indicador para segurar objetos.
- 46 semanas (quase 11 meses): o bebê percebe que existe uma ordem nas coisas e atitudes, por exemplo, que se colocam sapatos nos pés e brinquedos nos armários. Ganha então uma consciência de suas próprias atitudes. Ao invés de separar objetos, passa a juntá-los. Depois desse salto o bebê vai poder apontar para algo ou pessoa a pedido seu, vai querer ‘falar’ no telefone e enfiar chaves nos buracos de chave, procurar algo que você escondeu, tentar tirar a própria roupa. Fala "mamá" e "papá" para a mãe ou pai corretamente. Levanta-se por alguns segundos, movimenta-se mais, entende o "não" e instruções simples.
- 55 semanas (quase 13 meses): geralmente a fase em que o bebê começa a andar - um salto no desenvolvimento bem significativo. Fala mais palavras do que "mama" e "papa". Rabisca com giz.
- 64 semanas (quase 15 meses): o bebê combina palavras e gestos para expressar o que precisa, come com as mãos, esvazia recipientes, coloca tampas nos recipientes apropriados, imita as pessoas, explora tudo que estiver à sua frente, inicia jogos, aponta partes do corpo quando perguntado, responde a algumas instruções (por exemplo, “me dá um beijo”), usa colher e garfo, empurra e puxa brinquedos enquanto anda, joga bola, anda de marcha a ré.
- 75 semanas (17 meses): o bebê usa cerca de 6 palavras regularmente, gosta de jogos de imitação, gosta de esconder brinquedos, alimenta uma boneca, joga bola, dança, separa brinquedos por cor, formato e tamanho. Olha livros sozinho e rabisca bem.
Picos de crescimento
Picos de crescimento são fenômenos que se referem ao crescimento do bebê em si, e não ao seu desenvolvimento. Nos períodos de picos os bebês começam a solicitar mais mamadas do que o usual, pois precisam de mais alimento para crescer nesse ritmo agora mais acelerado. Então o bebê que dormia longos períodos à noite pode começar a acordar mais e solicitar mais mamadas. Esta necessidade geralmente dura de poucos dias a uma semana, seguido de um retorno ao padrão menor de mamadas, mas agora com o organismo da mãe adaptado a produzir mais leite.
É muito importante respeitar a demanda aumentada de mamadas, pois somente com a livre demanda é que a produção de leite materno se ajusta perfeitamente às necessidades do bebê.
(Artigo completo em http://guiadobebe.uol.com.br/fases-de-crescimento-e-desenvolvimento-que-modificam-o-sono-do-bebe-e-da-crianca/)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cólica x Sono

Posted by Caroline Ferreira | 7 comentários
Nunca havia sentido necessidade de escrever sobre cólicas antes já que as do Calê vinham sempre no fim da tarde, no máximo umas 3 vezes por semana e passavam rápido, apenas uma massagem na barriguinha e o movimento de pedalagem com as perninhas já o aliviavam. Acontece que ultimamente elas têm aparecido com frequência, mesmo o colocando religiosamente para arrotar depois de todas as mamadas, ela aparece por volta das 9 da noite e principalmente 5 da manhã. Esse horário que a bendita escolheu para dar as caras atrapalha e muito nosso sono, atrasa nossa ida para a cama e antecipa nossa saída dela, justo agora que o Caleb tinha começado a dormir mais horas seguidas durante a noite, a rotina já se desestabilizou denovo: Pegamos no sono lá pra 12:30am, às 3am ele acorda para mamar, 5am é a luta para tentar aliviar a cólica com massagem, movimento de pedalagem, paninho aquecido, chupeta, peito, colo, oração... (já me peguei deitada na cama e simultaneamente balançando o carrinho) continuando, 8am o marido sai para trabalhar e inevitavelmente sempre acordo neste momento também... Resumindo: Estou só o pó! Mas o pior mesmo é ver meu pequeno sofrer, sentindo dor, ele se contorce todo e faz muita força para soltar os gases, chega a gemer e fica com o rosto vermelho, sinto as bolhas de ar só de encostar na barriguinha dele. Desde a alta da maternidade a pediatra já receitou remédio para cólica, ela indicou Simeticona, sempre evitei o máximo o uso e me surpreendi como o vidrinho ficou quase vazio em apenas uma semana! A verdade é que o remédio ajuda bastante, é só dar as gotinhas que ele começa a soltar pum, arrotar, o alívio é visível. O Caleb sempre foi muito bonzinho, não é chorão, sempre dormiu bem a noite, então quando ele chora é porque algo está errado. Já cortei vários alimentos, não tomo mais café nem refrigerante a fim de conseguir alguma melhora "natural", engraçado que todos dizem que com 3 meses a coisa melhora e a cólica vai embora naturalmente no entanto agora que o Calê completou 2 meses e está rumo ao terceiro a situação se intensificou. Bom, essa é minha situação e estou aceitando pitacos rs
*Só devemos usar medicamentos com prescrição médica, sendo assim se alguém quiser usar a simeticona nos babys, saibam que alivia sim, bastante, mas perguntem para o ped primeiro.
 

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